P.: Têm conhecimento da hierarquia dos hackers?
R.: Essa hierarquia é no fundo uma competição entre hackers, depende um pouco das proezas entre eles.
P.: Quais são as penas para os hackers?
R.: A nível de penas, danos informáticos podem ir até 10 anos de prisão e o acesso ilegítimo vai até aos 5 anos.
P.: É possível viver da actividade hacker em Portugal?
R.: É possível, desde que se tenha um conhecimento elevado ao nível dos sistemas informáticos.
P.: Para onde é enviado o material apreendido?
R.: As rusgas são feitas pela PSP, ASAE e GNR. Não é a PJ que dá destino aos materiais apreendidos, mas maioritariamente o material ou é colocado em leilão é destruído.
P.: Sendo o preço dos cd´s alto, não acham que isso influencia em grande parte o uso da pirataria?
R.: Influencia e está relacionado com a cultura, já que por exemplo, nos países latinos é normal não pagar impostos, enquanto nos países nórdicos é precisamente o oposto. Talvez na nossa cultura os preços influenciem o uso da pirataria, mas noutros países os preços são mais baixos e a pirataria existe na mesma.
P.: Quais os documentos que devemos possuir para provar a legalidade dos softwares que utilizamos?
R.: Quando os produtos são obtidos legalmente, normalmente possuem uma licença, licença essa que prova a legalidade do mesmo.
P.: O que pode ser feito para reduzir a taxa de softwares ilegais em Portugal?
R.: Campanhas de sensibilização enviadas para as diversas empresas; Obrigatoriedade do uso de produtos legais; Criação de uma Legislação mais apertada.
P.: Recebem queixas de cidadãos devido à publicidade enganosa proveniente da Internet?
R.: Sim, na maioria das vezes é a prática de burla que leva os cidadãos a recorrer á policia, tendo como fonte do problema a Internet.
P.: Através dessas queixas conseguem alcançar os infractores?
R.: Na maioria dos casos sim.
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